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O projeto BIOFLEXPOR tem como objetivo desenvolver uma tecnologia que permita a obtenção de bioetanol de 2ª geração a partir de biomassas florestais e agrícolas.



Da recolha de resíduos ao Bioetanol: o BIOFLEXPOR quer envolver toda a cadeia de valor.


Com a tecnologia desenvolvida pelo projeto BIOFLEXPOR, vai passar a ser possível processar de forma eficiente e flexível biomassas agrícolas e florestais para a obtenção de bioetanol.

Depois de testada laboratorialmente, será posta em prática através da montagem e operação de um protótipo, com todas as fases envolvidas na produção do Bioetanol 2G - pré-tratamento, liquefação, hidrólise enzimática e fermentação.


O que é o bioetanol?

O bioetanol é um combustível avançado produzido a partir de matérias-primas residuais que estão já disponíveis. Estes podem ser usados em misturas com gasolina e apresentam uma menor emissão de gases com efeito de estufa.


Qual a importância deste projeto?


Sendo o setor dos transportes um dos que mais consome energia e depende dos combustíveis provenientes do petróleo, surge a necessidade de reduzir as suas emissões de gases poluentes de forma a atingir a sua quase total descarbonização até 2050.

Como resposta ao Plano Nacional Energia e Clima 2030 (PNEC-2030) e ao Roteiro para a Neutralidade Carbónica 2050 (RNC2050), o recurso aos biocombustíveis, enquanto fonte de energia configura, para o setor dos transportes, um passo em frente neste objetivo.

Assim, o projeto BIOFLEXPOR pode contribuir para estes planos de descarbonização, cumprindo as metas, não só do Roteiro para a Neutralidade Carbónica 2050, mas também do Acordo de Paris.


Como o vamos fazer?


Esta nova tecnologia irá permitir desenhar unidades industriais com uma capacidade de 200 a 700 toneladas por dia de biomassa, peso verde residual, quer seja agrícola, florestal ou ambas. Será implementada para recolher novos dados que validem a informação obtida laboratorialmente. Toda a tecnologia desenvolvida será sustentável ao nível das emissões de gases com efeito de estufa e da produção zero de resíduos (líquidos e sólidos).

O BIOFLEXPOR integra também um estudo da potencialidade da seleção de biomassas residuais agrícolas e florestais e do seu potencial para uma futura unidade industrial. Isto será possível através do mapeamento destas biomassas na região CENTRO (NUTS-II), Lezíria do Tejo e Alto Alentejo, assim como um estudo completo de sustentabilidade ambiental, que inclui o nível máximo de emissões de gases com efeito de estufa de toda a tecnologia BIOFLEXPOR.


Quem promove este projeto?


Este projeto tem como Promotor líder a PRIO BIO, constituindo um consórcio com outras organizações e empresas. O LNEG (Laboratório Nacional de Energia e Geologia, entidade não empresarial do Sistema de Investigação e Inovação), o Centro da Biomassa para a Energia (Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia) e a Florecha Forest Solutions SA (entidade empresarial do setor agrícola e florestal) são também co-promotores do projeto.

Esta iniciativa é cofinanciada pelo COMPETE 2020, no âmbito do Sistemas de Incentivos à Investigação e Desenvolvimento Tecnológico em Copromoção.

As entidades promotoras afirmam estar convictas de que no final do projeto serão capazes de avançar, com segurança, com uma unidade industrial que contribui com soluções para a descarbonização dos transportes.


Este projeto terá fim em 2023, mas continuamos a apostar na inovação.