ECO Diesel da PRIO é o combustível menos impactado pela subida dos preços de petróleo
06 de Março de 2026
A PRIO anuncia que o ECO Diesel, o combustível com 15% de biocombustível produzido na fábrica da empresa em Aveiro, irá registar uma subida de preço inferior à dos combustíveis fósseis convencionais, tornando‑se mais económico para os consumidores portugueses.
Esta diferença resulta do facto de o ECO Diesel ter menor incorporação de combustível fóssil, cujo preço está a sofrer aumentos acentuados devido à instabilidade registada no médio oriente e o conflito em curso. O ECO Diesel apresenta uma variação mais reduzida, refletindo a sua composição mais sustentável e menos exposta aos fatores externos.
Produzido em Portugal, menos dependente do exterior
O biocombustível utilizado no ECO Diesel é totalmente produzido em Portugal, na unidade industrial da PRIO em Aveiro, utilizando matérias-primas residuais, uma área na qual a PRIO é líder nacional com 20 anos de experiência. Desde 2018 que o ECO Diesel está disponível nos postos PRIO, demonstrando uma fiabilidade comprovada ao longo dos anos e reforçando a confiança dos consumidores neste combustível mais sustentável.
O facto de ser um produto não dependente das cadeias logísticas internacionais de combustíveis fósseis reforça a autonomia energética do país e reduz a vulnerabilidade a choques externos.
A produção nacional de biocombustíveis permite ao país:
- Reduzir emissões de CO₂ através de produtos como o ECO Diesel (B15);
- Aumentar a autonomia energética, diminuindo a exposição à volatilidade internacional;
- Estimular a economia circular, através da valorização de resíduos para produção energética.
“A PRIO está ao lado dos portugueses”
Como líder nacional na produção de biocombustíveis, a PRIO reforça assim a sua missão de entregar soluções económicas, sustentáveis e alinhadas com a transição energética, colocando‑se ao lado dos portugueses num momento de incerteza global.
O ECO Diesel torna-se, assim, a alternativa mais económica e sustentável disponível nos postos PRIO, permitindo aos consumidores continuar a poupar mesmo num contexto de forte pressão internacional sobre os preços da energia.

